Ninguem n’o vira a deshoras,
Como homem de tenção vil,
Como hum ladrão que de medo
Vai passo e manso e subtil.
Não pedia manto ás sombras,
Nem ao silencio mercê,
Nem do sol se arreceiava,
Como homem que pouco vê,
Nem da lua appellidada
A casta, não sei porquê.