Quem nos diz que o mais valente

Deva de ter mais razão,

Porque seja a sua dona

Como hum vaso d’eleição?

Seria coiza de ver-se,

E coiza de mui folgar,

Ver um dragão de mulher,

Chamada a bella sem par,

Á pura força de espada,

Sem mais pôr, nem mais tirar!