Qual sente o nojo futuro,
Em mal, que lá vai morrer!
Mas nunca será que o rosto
Mostre o que n’alma lhe mora:
Quem vio a morte passar-lhe
De perto, já não descora
Por hum presagio funesto,
Sendo ella coiza d’huma hora.
Aquelles bons cavalleiros
Qual sente o nojo futuro,
Em mal, que lá vai morrer!
Mas nunca será que o rosto
Mostre o que n’alma lhe mora:
Quem vio a morte passar-lhe
De perto, já não descora
Por hum presagio funesto,
Sendo ella coiza d’huma hora.
Aquelles bons cavalleiros