Collar d’alvo marfim, insignia d’honra,

Que lhe orna o collo e o peito, ruge e freme,

Como que por feitiço não sabido

Encantadas alli as almas grandes

Dos vencidos Tapuyas, inda chorem

Serem gloria e brasão d’imigos feros.

«Eis-me aqui, diz ao indio prisioneiro;

«Pois que fraco, e sem tribu, e sem familia,

«As nossas matas devassaste ousado,

«Morrerás morte vil da mão de um forte.»