Responde anojado; «mas es Marabá:
«Quero antes uns olhos bem pretos, luzentes,
«Uns olhos fulgentes,
«Bem pretos, retinctos, não côr d’anajá!»
—É alvo meu rosto da alvura dos lyrios,
—Da côr das areias batidas do mar;
—As aves mais brancas, as conchas mais puras
—Não tem mais alvura, não tem mais brilhar.—
Se ainda me escuta meus agros delirios:
«Es alva de lyrios»