Brincava o ledo menino,

Molhando o pé;

O fresco humor o convida,

Menos que a imagem querida,

Que n’agua vê.

Cauteloso de repente,

Ouve o concelho prudente,

Que a mãe lhe dá;

Não é anjo, não é fada;

Mas uma bruxa malvada,