Tocado da luz divina,

Que a fraca mente illumina

Dos resplendores de Deos,

Não antevio outros gozos,

Não correu nos frouxos ares,

Não foi roçar nos palmares,

Nas rosas puras dos céos?

Viste-os, sim; porêm voltando

Outra vez á vida escassa,

Tua alma triste esvoaça