(Capit. III, v. 3).
Mas o que é, afinal, a perfeição?
Como é que tudo, oh sabios, evolue
Se as coisas todas caminhando vão
Para um egual e unico logar,
Se o pó que as constitue
Em pó se hade tornar?
VI
A Eduardo Graça
Todas as coisas teem seu tempo e todas ellas passam debaixo do céu segundo o termo que a cada uma foi prescripto.
(Capit. III, v. 2).
Socega, coração attribulado,
De toda a dôr se apaga todo o traço.
Pois quanto ao mundo vem, traz já marcado
O seu tempo e tambem o seu espaço…
E queira Deus, coração,
Que esta hora de anciedade
E de pranto e d'afflicção
—Nunca te cause saudade!…
A CANÇÃO DAS PERDIDAS
A Vianna da Motta