Camões lírico, Antonio Vieira
Fernão Lopes, Eça de Queiroz, Bocage,
Lucena, Damião de Góis, Castilho,
Antéro de Figueiredo,
Sá de Miranda, João de Barros,
Camilo,
Os Cancioneiros, Fernão Mendes Pinto,
Gil Vicente, Garrett,
Garcia de Rezende, etc., etc.
TAILLE MOYENNE DES PORTUGAIS CONTEMPORAINS, DISTRIBUÉS PAR PROVINCES
| Provinces (Caractères démonstratifs) | TAILLE | |||
| Hommes | Femmes | |||
| Moyenne Millimètres | Basse | Moyenne | Haute | |
| M=Minho | 1627.95 | Jusqu'à 1520 | De 1521mm jusqu'à 1620 | Au dessus de 1621mm |
| TM=Trás-os-Montes | 1645.53 | |||
| D=Douro | 1652.64 | |||
| BA=Beira Alta | 1630.15 | |||
| BB=Beira Baixa | 1646.83 | |||
| E=Estremadura | 1634.55 | |||
| A=Alentejo | 1625.34 | |||
| Alg=Algarve | 1633.20 | |||
| IA=Ile des Açores | 1651.45 | |||
| IM=Ile de Madère | ||||
| 33.33% | 54% | 12.67% | ||
| Moyennegénérale | 1639 | |||
| Envergure générale | 1673 | 100.00 | ||
| Diâmetro sacro-púbico da
Bacia x 100 | |
| Índice = | |
| Distância entre as cristas ilíacas |
[166] Cf. Dr. E. Claparède, Psychologie de l'enfant, etc., cit., pág. 429 e segs.; Fréd. Queyrat, Les jeux des enfants, Paris, 2.ª ed., 1908; Dr. Alves dos Santos, O ensino primário em Portugal, cit.; Stanley Hall, Adolescence, etc., cit.; Colozza, Psychol. und Pädagogik des Kinderspiels, Altenburg, 1900.
[167] Cf. J. Wilbois, Les nouvelles méthodes de l'éducation, Paris, 1914.
[168] Cf. P. Hachet-Souplet, De l'animal à l'enfant, Paris, 1913; Th. Ribot, L'hérédité psychologique, Paris, 1910.
[169] Cf. para conhecimento dessas classificações, Dr. E. Claparède, ob. cit., págs. 462 e segs.; Queyrat, Les jeux de l'enfant, Paris, 1905.
[170] Cf. António Alfredo Alves, Jogos infantis, apud Revista de educação, Lisboa, julho de 1912; F. Adolfo Coelho, Jogos e rimas infantis, Pòrto; Augusto Pires de Lima, Jogos e canções infantis, Pòrto, 1916.
[171] Pertencem a Mosso estas palavras concludentes: «Até há pouco tempo, os educadores e os fisiologistas limitavam-se a dizer que a gimnástica alemã era inútil e perigosa; começa-se a dizer agora que essa gimnástica é prejudicial. Cf. Éducation physique de la jeunesse, Paris, 1895, pág. 256. E Cellérier acrescenta: «A gimnástica não passa de uma abstracção do jôgo; tiraram-lhe os atractivos dêste para lhe conservarem apenas o esfòrço e a fadiga, que importa». Cf. Esquisse d'une science pédagogique, Paris, 1910, págs. 192 e 193.
[172] O homem nasce, vive e morre, num meio aéreo; por isso, o ciclo da vida compreende-se entre uma inspiração inicial e uma expiração final. A vida é, portanto, uma oxidação, assegurada pelo jôgo elástico dos pulmões e do coração. Donde resulta que tôda a gimnástica (para ser racional) deve facilitar aquele jôgo, isto é, ser respiratória. Cf. Dr. Tissié, Précis de gymnástique rationelle, Paris, 1900.
[173] Cf. Dr. Desfossés, La gymnastique respiratoire chez les enfants, Paris, 1900. Cf. Tambêm P. Barth, Pedagogia e Didatica, trad. ital., Turim, 1917, pág. 453 e segs.
[174] Cf. Dr. E. Toulouse, Le Cerveau, Paris, 1901; Th. Ribot, Les maladies de la mémoire, Paris, 1900; Ch. Richet, Essai de psychologie générale, Paris, 1912.
[175] Cf. Claude Bernard, La science expérimentale, Paris, 1878, págs. 367-403; K. Pearson, La grammaire de la science, trad. franç. do inglês, Paris, 1912, pág. 49 e segs.
[176] Cf. R. Turro, La méthode objective, apud Revue philosophique, n.os 10 e 11, de out. e nov. de 1916.
[177] Cf. G. Bohn, La nouvelle psychologie animale, cit., pág. 17 e segs.
[178] Cf. Jacques Loeb, Die Bedeutung der Tropismen für die Tierpsycholog.; E. Gley, Études de psychologie physiol. et pathol., Paris, 1903.
[179] Cf. Ch. Richet, Dictionnaire de physiol., pal. cerveau; W. James, Principii dí psicologia, trad. ital., Milão, 1909, pág. 10-91.
[180] Cf. James Sully, Études sur l'enfance, trad. franç., Paris, 1898; Ch. Letourneau, La psychologie éthnique, Paris, 1900.
[181] Cf. Traité International de Psychologie Pathologique, Paris, 1911-1912, T. I, cit.; P. Flechsig, Études sur le cerveau, trad. franç., Paris, 1898; J. P. Morat, Traité de physiologie (Fonctions d'innervation), Paris, 1902; W. Bechterew, La psychologie objective, Paris, 1913; Meumann, Experimentelle Pädagogik, 1907; W. James, Principii di psicologia, cit.
[182] Cf. Ch. Letourneau, La psychol. éthn., cit.
[183] Cf. J. Deniker, Les races et les peuples de la terre, cit., pág. 119 e segs.
[184] Traité Intern. de psychol. pathol. T. I, cit., pág. 472.
[185] As notações que o diagrama ([fig. n.º 19]) exprime, pertencem aos cânones antropométricos, expostos a páginas 85-104.
[186] Cf. J. Deniker, Ob. cit., pág. 123; Traité intern. de psych. pathol., cit. T. I, págs. 297-314; H. Höffding, Esquisse d'une psychologie fondée sur l'expérience, Paris, 1909, págs. 39-94; 118-122; W. James, Ob. cit.; Preyer, L'âme de l'enfant, págs. 298—304.
[187] Os elementos que consideramos para a concepção desta curva, assim como os da curva da consciência ([fig. n.º 22]) são hauridos dos testemunhos dos psicólogos e dos fisiologistas, dispersos pelos livros de sciência, e tambêm da observação e da experiência pessoal. A forma gráfica dessa concepção é absolutamente original.
[188] Cf. o pref. do T. II do Traité international de psychologie pathologique, cit.
[189] Cf. Ch. Feré, Sensation et mouvement, Paris, 1900, pág. 94 e segs.
[190] Cf. B. Perez, Les trois premières années de l'enfant, Paris, 1911, com pref. de James Sully; págs. 1-9.
[191] Cf. páginas 18 e segs. Cf. Preyer, L'âme de l'enfant, trad. franç. cit; B. Perez, Les trois premières années de l'enfant, Paris, 1911; A criança, quando nasce, exerce duas espécies de actividades (ambas inconscientes): 1) reacções, consecutivas a excitações (reflexas); 2) actos hereditários, necessários à manutenção da vida (instintos). Os centros nervosos dêstes movimentos encontram-se no eixo cinzento (medula) e nos centros sub-corticais.
[192] A linguagem é função do sistema nervoso. Depois dos centros nervosos hereditários, e dos centros corticais sensoriais, o primeiro centro que se organiza é o da linguagem falada; mas esta só existirá verdadeiramente, quando existir uma perfeita imagem cerebral, isto é, uma idea ou um símbolo, de que seja expressão.
Aos sons inarticulados do recêm-nascido (puras reflexas do sistema nervoso), segue-se a linguagem imitativa e balbuciada do infante; depois a palavra rudimentar da criança que atinge o fim do primeiro ano; e só, por último, é que surge a linguagem propriamente dita, isto é, a linguagem, como expressão do pensamento. Cf. Dr. Alves dos Santos, Elementos de Filosofia scientífica, 2.ª ed., Lisboa, 1918, pág. 221 e segs.; Revue Philosophique, Jan. de 1918, fasc. n.º 1.
[193] Pertencem à adolescência e ao período peri-pubertário, como características, que lhes são específicas:
1) espírito combativo e audaz;
2) optimismo; ingenuidade; consciência do próprio valor;
3) coragem; luta contra o mêdo;
4) egotismo ou egocentrismo (expansão da personalidade; amor de si);
5) sociabilidade;
6) instabilidade (mental e moral);
7) superactividade e dinamogenia dos sentimentos; etc., etc. Cf. Pierre Mendousse, L'âme de l'adolescent, Paris, 1911; G. Compayré, L'adolescence, Paris, 1909.
[194] A êste paralelismo chama A. Marie: lei da simultaneidade e da correlação necessária entre a energia nervosa e a actividade mental.
[195] Meios de fortuna ou recursos materiais dos pais ou tutores.
[196] Conduta (normal ou anormal) da família.
[197] Profissão dos progenitores ou tutores.
[198] Oficial, particular ou doméstico.
[199] Fisiológicos e patológicos.
[200] Dentição, marcha, fala (épocas em que se produziram).
[201] Acidentes (doenças, quedas, traumatismos, assimetrias).
[202] Bom, mau, péssimo; grande, pequeno, médio; nutrido, magro, esquelético; esbelto, atarracado.
[203] Estado da pele; sua coloração e dos cabelos.
[204] «Crescimento» (normal ou anormal) do sistema ósseo.
[205] Estado da bôca e dos dentes.
[206] Determinação da capacidade vital (quantidade de ar que podem conter os pulmões dilatados): 3 a 4,m3 no adulto, normal. Freqùência de respiração: a) no adulto, normal, 14 a 18 respirações, por minuto; b) no recêm-nascido, 50; c) nas idades intermediárias, entre 15 e 45, caminhando para êsses extremos, consoante a criança, pela sua idade, se aproxima ou afasta da recêm-nascença. Cada respiração compreende uma inspiração e uma expiração. A capacidade vital mede-se com o espirómetro.
[207] estado da circulação sanguínea pode apreciar-se, por meio do cardiógrafo (que mede ou regista as pulsações do coração), do pneumógrafo (que avalia a amplitude torácica), e do esfigmógrafo (que mede as pulsações da artéria radial (pulso). Segundo Mathias Duval, o número médio de pulsações, por minuto (medidas com o auxílio dum relógio, de segundos), em regra, é: à nascença, 160 a 180; 2) no fim do primeiro ano, 100 a 115; 3) na puerícia (pelos 7 anos), 90 a 100; 4) no período peri-pubertário, de 80 a 90; 5) na idade adulta, 70 a 75.
[208] Desenvolvimento dos órgãos genitais; e sinais da puberdade.
[209] Desenvolvimento da musculatura.
[210] Tonus ou capacidade de reacção.
[211] Defeitos de construção orgânica.
[212] Modificações sobrevindas, durante o «crescimento».
[213] Fôrça muscular (das mãos, dos rins, etc.), medida pelos dinamómetros.
[214] Fadiga física e fadiga mental; sua medida, por processos directos e indirectos.
[215] Observação geral: Tòdas as medidas são tomadas sôbre a criança nua. O material pedométrico é o auxanómetro de Paul Godin: dois compassos de espessura (um, mais pequeno, para medidas cranianas; outro, maior, para os diâmetros torácicos); uma fita métrica inextensível, para as circunferências; e uma balança de precisão, para as pesagens.
O perímetro torácico mede-se à altura da extremidade inferior do esterno, na sua articulação com o apêndice xifóide.
O diâmetro vertical do crânio toma-se, desde o vértex ao anti-tragus.
O diâmetro vertical do tronco mede-se, desde a fúrcula esternal até ao grande-trocânter.
Antebraço (máximo) representa a grossura muscular; (mínimo) representa a grossura óssea (pulso).
[216] E (estatura) B (busto).
[217] C (cérebro) V (vísceras).
[218] O (ossatura).
[219] S (superfície do corpo) E (estatura) D (diâmetro ântero-posterior máximo do crânio) d (diâmetro bi-acromial).
[220] Eclosão pilar do púbis. Primeiros sinais da Puberdade.
[221] Instalação da Puberdade. P (púbis) A (axilas).
[222] Encerramento do período pubertário.
[223] D. tr. (diâmetro transverso do crânio) D. ant. p. m. (diâmetro ântero-posterior máximo do crânio).
[224] D. transv. (diâmetro transverso do tórax) D. ant. post. (diâmetro ântero-posterior do tórax).
[225] D. s. p. b. (diâmetro sacro-púbico da bacia) Dist. cr. ilíacas (distância entre as cristas ilíacas).
[226] É a fórmula de Pignet.—C. R. (coeficiente de robustez física) E (estatura) P (pêso) Per. T. (perímetro torácio) insp. (inspiração) exp. (expiração).
[227] Índice do tronco.
[228] Cf. pág. 48.
[229] Cf. pág. 53.
[230] Aparição da Puberdade.
[231] Instalação da Puberdade.
[232] Encerramento da Puberdade.
Lista de erros corrigidos
Aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:
| Original | Correcção | ||
| [#pág. 59] | semgentares | ... | segmentares |
| [#pág. 113] | «crescimento anormal, | ... | «crescimento anormal», |
[No] [quadro 5], na linha 13 da última coluna, o número surge sumido na obra original.
Sendo esse número resultado da média de valores apresentados anteriormente, conclui que esse seja "133".