Levanta-se em seguida a sirga da posição AB e colloca-se em CD, de maneira que em C assente o meio c do compasso a a', e assim teremos uma segunda linha para a plantação. Colloca-se depois a sirga em EF, na mesma posição que estava em AB, e teremos a terceira linha; em seguida transporta-se{34} a sirga para GH, collocando-a na posição em que se collocou em CD; assim se vão successivamente traçando as linhas de plantação pelos pontos marcados nas linhas AK e BL, tendo sempre o cuidado de collocar a sirga alternadamente nas posições em que se collocou em AB e em CD.
Ficará assim marcada uma rigorosa plantação hexagonal.
Marcados, d'esta ou d'outra maneira, os pontos correspondentes a cada individuo, procede-se então á plantação.
Para as estacas simples abre-se um buraco no terreno com um furador, mettendo ahi a estaca com a sua parte mais grossa para baixo, tendo o cuidado de lhe deixar fóra da terra os ultimos 2 ou 3 olhos.
Uma vez collocada a estaca no seu logar, aconchega-se-lhe bem a terra, desfazendo bem as paredes do buraco em que foram enterradas. Sem esta precaução ha todas as probabilidades de a estaca não pegar.
Para as exostoses escavam-se á enxada pequenas covas com a profundidade de 0m,30 onde serão collocados estes seres. Antonio Aloi aconselha que antes de os enterrar se mergulhem em agua que tenha em solução bosta de boi, se envolvam depois em terra fina para em seguida se collocarem nos covachos. Ao dispôr estes seres nas covas deve haver sempre o cuidado de os deixar com a gemma voltada para cima e um pouco inclinada para o sul. Cobrem-se depois com terriço acabando de encher a cova com cinza de barrella, que tendo a propriedade de manter fôfo o terreno, dá facil sahida aos rebentos. Estes apparecem á superfície ao cabo de 30 a 40 dias.
Muitas vezes o calor em seguida á chuva faz endurecer a camada de cinza e este endurecimento impede os rebentos de sahirem da terra. Então com uma espatula de madeira, se removerá cuidadosamente{35} a crosta endurecida, nos sitios em que se fizeram as plantações, que nos serão indicados por uma cana ou pequeno pau ahi enterrado na occasião da plantação.
Muitos rebentos podem nascer d'um mesmo individuo, dos quaes uma parte vem á superficie da terra e outros, devido a qualquer obstaculo que encontram no terreno, dirigem-se, tortuosamente em diversas direcções debaixo da terra. Convem então afastar a terra e com a unha, extrahir todos esses rebentos á excepção de dois, tendo o cuidado de, ao executar esta operação, não deslocar do seu logar o ser que lhes dá origem. Dos dois rebentos poupados por esta operação, um d'elles, o mais fraco, é mais tarde destruido.
Deve haver sempre muita vigilancia no viveiro para ir destruindo todos os rebentos que forem apparecendo depois d'esta primeira operação.
Para os individuos já enraizados necessario se torna prodigalizar-lhes outra especie de cuidados para os não prejudicarmos com a mudança. Estes cuidados devem principiar logo no acto do arranque no alfobre ou no viveiro preliminar.