Terei eu assás forças, para
Vosso coração captivar?
R. 25.ª
Vossas supplicas são inuteis,
Nunca me poderão encantar.
P. 26.ª
Quando irei em vosso peito,
Minha cabeça reclinar?
R. 26.ª
Quando as sombras da morte,
Vosso rosto matizar.
P. 27.ª
Nunca a crueldade, hade
Em vosso peito terminar?