P. 17.ª
É certo que tratais, vossos
Amantes sem piedade?
R. 17.ª
A culpa não é minha,
Que tenham mais sagacidade.
P. 18.ª
Duvidaes que vos amo,
Com toda a assiduidade?
R. 18.ª
Não duvido do que dizeis,
Conheço a vossa lealdade.
P. 19.ª
De vosso terno coração,
Quem é propriedade?