Certa da vossa fidelidade,
Não vos posso mais deixar.
P. 8.ª
Despresareis os grilhões,
Com que amor nos quer ligar?
R. 8.ª
Vossa ternura, m'inspira,
Um amor mui singular.
P. 9.ª
Sabeis a quem amor puro,
Sempre se deve consagrar?
R. 9.ª
Esse manancial de doçuras,
Será para quem o estimar.