Á pergunta não respondo,
E vos reputo insolente.

P. 22.ª

Encontro em vosso peito,
Um puro amor nascente?

R. 22.ª

Não vos canceis, senhor,
Para vós sou inclemente.

P. 23.ª

Dos segredos de vossa alma,
Quem é ditoso confidente?

R. 23.ª

É coisa que não digo,
Nem mesmo a um parente.

P. 24.ª