—Então é a mesma. Queira vêr os originaes do segundo volume.

—Ainda não os-reuni todos, volte amanhã, se não fôr incommodo. Quer fumar, offereço-lhe um charuto de Havana.

—Não senhor, obrigado, eu não fumo se não charutos de vintem.

Eu fiquei fumando...

[CAPITULO XII.]

De que lado estava a verdade, do Sr. Gusmão{57} ou dos jornaes? Afinal de contas, o typographo tinha razão. Entretanto, a primeira parte do meu celeiro de bom trigo, no conceito do meu amigo bacharel, estava esgotada!

Hoje, quando corro os olhos pelo exemplar que, por castigo, releio uma vez na semana, dirijo ao creador este acto de contricção: «Meu Deus e meu Senhor! por serdes vós, quem sois, permitti que os irmãos deste exemplar caiam todos n'uma padaria e passem para as fornalhas como auxiliares da lenha, que nesse dia cosinhe os pães! São elhas por elhas, Senhor, trigo cosinhando trigo. Amen.»

[CAPITULO XIII.]

Ao outro dia recebi o Sr. Gusmão entre os braços.

—Entre, meu amigo, assente-se e conversemos. Ainda aqui está o charuto de Havana, aceite-o.