—Les Femmes, par Alphonse Karr?
—É justamente a mulher, que eu sonhava, disse a mim mesmo; mulher que lêsse o autor de La pêche.... en eau douce... et en eau salée.... Abeirei-me á porta.
Deram-lhe o livro; folheou-o, pagou-o sem questionar o preço, deu boa-noite e sahio.
Fóra da loja, tomei-lhe a frente, comprimentei-a com acatamento, rogando-lhe aceitasse a carta.
—Quem é o senhor? e donde vem essa carta? perguntou meio desdenhosa.
—É tudo um mysterio, respondi. Lendo a carta saberá.{70}
—Ah! cheira a mysterio? pois sim, dê-m'a, eu gosto dos mysterios.
Tomou-a e partio com ar senhoril. E viva o frade!
Ao desapparecer na turbamulta, aproximou-se-me um permanente pedindo-me o charuto para acender um cigarro.
—Camarada, lhe disse, eu não inventei a polvora, porque nasci depois della inventada.