[CAPITULO VIII.]
—Bom dia, vizinha; disse elle parando a um metro de distancia.
—Deus lhe dê o mesmo; respondeu ella.
—O vizinho Onofre, está?
—Sahio.
—Tinha a dar-lhe boa noticia.
—Que noticia é, então?
—A da entrada deste meco para a companhia de aprendizes marinheiros... além de outros, pelo atrevimento... a vizinha bem sabe...
Para encobrir o pudor, que me colorio as faces, abri a artinha fingindo declinar o servus servi, observando de esguelha a vizinha.
—Por isso não vá agora o vizinho, acudio ella medindo as palavras, desencaminhar o moço dos estudos.... sabe que... repelli o atrevimento... Disse—repelli—em tom menor.