O homem de Lisboa permanecia imperturbavel na grade, esperando que o interrogassem, já depois que Carlota fora transportada, com frouxos signaes de vida, ao seu quarto, acompanhada de um medico, que a fortuna trouxera n'esse conflicto.

—Alguma das senhoras é a tia da snr.ª D. Carlota Angela?—perguntou o homem.

—Sou eu—respondeu a pavida religiosa.

—Concede-me alguns minutos sem testimunhas?

As outras senhoras deixaram só Rufina; o delegado do bacharel proseguiu:

—Essa menina desfalleceu, quando eu lhe noticiei o casamento de Francisco Salter de Mendonça.

—O casamento?!

—Sim, minha senhora.

—O que geralmente se diz é que morreu.

—Casou, e morreu, dias depois.