Como o lyrio enruga o calix

A fronte calva pendi!

Poeta da lyra amarga,

Vérgo ao peso desta carga

De descrença e maldição!

Lacerado em meu orgulho,

Quero o sangue, o serrabulho

Desta infame geração!

E, depois que a minha lousa

Parta d'um raio a centelha,