Podes, ser tudo na Maia.

EPISTOLA

AO VISCONDE DE QUEBRANTOENS.

Instrumento do ceo, desceste ao Porto,

Corajoso mancebo, que desandas

Nos borlistas fataes sopapo ingente!

Oppresso longo tempo, ahi gemera

Nas entalas crueis d'um camarote

O misero assignante! Amargo calix

Em silencio tragava, ouvindo os passos