Nesse palco, talvez, aos olhos d'elle

Não fosse mais gentil, que a

Cholera-morbus

[3]

É que a larva immortal do pesadello,

A sombra do borlista ergue-se impavida,

Synistra, nos umbraes do camarote!

Derreado e servil no corpo e alma,

Arrasta-se o borlista em cortesias,

Gagueja cumprimentos requentados,