Nesse palco, talvez, aos olhos d'elle
Não fosse mais gentil, que a
Cholera-morbus
É que a larva immortal do pesadello,
A sombra do borlista ergue-se impavida,
Synistra, nos umbraes do camarote!
Derreado e servil no corpo e alma,
Arrasta-se o borlista em cortesias,
Gagueja cumprimentos requentados,