Que o pudor lhe regateia.

Perguntai nesses alcouces

De miseria e compaixão,

Quantas victimas da fome

A deshonra ahi consomme,

E de quem victimas são.

Heis d'ouvir factos nojentos

Destes velhos que se arrastam

Sobre a lama das torpezas,

Das luxurias e villezas