[14] Ediç. Jur., tom. I, pag. 70 e 83.
[15] Cartas de Simão Botelho, pag. 40 e 41. Este alvitre do veador, sempre honrado e muito aceito ao monarcha, surtiu as cautelas e desconfianças que puzeram Camões ao lado de muitos réos do mesmo delicto, porque sentenceavam a entrega dos dinheiros que «arrecadavam», tornando-os por isso menos liquidos e certos.
[16] Rebello da Silva, Historia de Portugal, tom. V.
[17] Hist. gen. da casa real. Provas, tom. VI, pag. 633 e seg.
[18] Historia e memorias da Academia real das sciencias.