(chegando-lh'o) Aqui está... venha uma almofada... (Sebastiana traz a travesseirinha que elle colloca sobre o banquinho; depois quer pegar na perna da mulher) Com licença...

[ITELVINA]

Não lhe toque... Ai! a menor pressão... (pondo a perna sobre o banco) Ai!... como eu estou!... (Sebastiana tem passado para a direita).

[BARNABÉ]

Para que te ergueste tu?

[ITELVINA]

Eu estava melhor... quiz experimentar... E, depois que me levantei, achei-me tão boa, que pensei poder vir até cá; mas receio bem ter aggravado o mal...

[LIBORIO]

(á parte) Vamos bem!... o casamento está para demora... O meu matrimonio está pendente d'um pé desnocado... Se isto não fôr pé de cantiga, fico toda vida a fazer pé de alferes a minha mulher coixa.

[BARNABÉ]