[ITELVINA]
Pois tu não assassinaste Macario?
[LIBORIO]
Não tinha eu mais que fazer!... E a prova é que Macario está vivo e são.
[ITELVINA]
Macario vive?
[LIBORIO]
(reconsiderando) Eu cá de mim não o matei... (á parte) que ia eu a dizer? Ella ama-o! e, se sabe que elle vive, temos novo chinfrim...
[ITELVINA]
Ah! tu negas? não tens a coragem do teu crime?