Se eu soubesse que estava fechada...
[ITELVINA]
Perdôa-me, perdôa-me, Sebastiana... É a colera, são os nervos... (Dá-lhe dinheiro) Pega lá, guarda...
[SEBASTIANA]
Obrigado, minha senhora! (á parte) Ella é muito boasinha! (Põe a meza na jardineira).
[ITELVINA]
(cahindo n'uma cadeira á direita) Tudo que me succede é incrivel! é estupido! Este homem que eu julgava um choninhas, um maricas, um fracalhão, agarrou-me, e prostrou-me supplicante! Elle furioso, parecia-me até bonito! (Voltando-se para Sebastiana que põe a meza) Que estás a fazer?
[SEBASTIANA]
Ponho a meza, senhora.