Diga-lhe que me matou Macario--dê-lhe esse regalão.

[BARNABÉ]

Está dito. Vá descançado.

[LIBORIO]

Vou arranjar a mala. (Entra no gabinete).

[BARNABÉ]

(vê-o sahir e ata o seu monogolo) É no Candal, suburbios de Villa Nova de Gaya; visitarei os armazens. Gaya dizem que tem um castello feito por um rei Mouro, e uma fonte celebre com uma agua muito fina, que seria a melhor bebida do mundo, se não estivessem ali perto as garrafeiras de 1815. Logo ali ao pé está o convento da serra, um logar historico... É um bello arranjo... com repuxo. (Desapparece pelo fundo--A scena fica vasia).

[SCENA VIII]

Liborio e Itelvina

[ITELVINA]