[BARNABÉ]

Não.

[ITELVINA]

As leis portuguezas dizem isso? Existem absurdos taes n'um povo livre?

[BARNABÉ]

(limpando a navalha e pondo-a sobre o contador) Tal e qual, minha filha. Ora agora, quanto a Macario...

[ITELVINA]

(passando para a esquerda) Meu pae, eu amo Macario!

[BARNABÉ]

Elle não tem chêta.