Minha senhora...

[ITELVINA]

Morto! assassinado... elle!... ah! (Roda sobre si mesma duas vezes e vae desmaiar no canapé).

[LIBORIO]

Hein! ella desmaia!... ora esta! Não a julgava capaz d'esta tolice! (vae junto d'ella) Menina... Acho que chamo alguem... Mas que historietas se vão arranjar com este caso!... Menina, peço-lhe que recupere os sentidos... Se eu a despertasse... Mas é preciso bolir-lhe nos colchetes... Não, não me atrevo a fazer tanto... O coração bate-lhe... Estou mais socegado... É gentil!... é mais que gentil, é formosa! Isto é bom a valer!... E aquelle parvo do Macario a desdenhar... Ella está ganhando côres... já lhe tremem as azas do nariz... e pestaneja. Volta á vida... Se eu me safasse agora... (Vae a querer sahir e retrocede) Não: já agora fico, succeda o que succeder.

[ITELVINA]

Onde estou?

[LIBORIO]

Menina...

[ITELVINA]