Não percebem que se está aqui representando uma magica de pessimo gosto... uma diabrura de auctores anonymos...
[BARNABÉ]
Não está má essa! O senhor disfructa-nos!
[SEBASTIANA]
É lá possivel a diabrura! cruzes, canhoto!
[LIBORIO]
Desde esta manhan estou sendo uma almofada em que mão desconhecida espeta alfinetes... Notem isto... Aqui está uma bota. Pergunto eu: onde está a outra? Aqui está um chinelo; e o outro onde está?
[SEBASTIANA]
(procurando) Eu procuro... (Aproxima-se da meza e vendo o que está escripto) Esperem lá!... (Lendo) «Seguir o fio.»