(a Barnabé) Eu tive um primo que fazia o mesmo... levantava-se de noite...
[BARNABÉ]
Um somnambulo! Ella tem razão... O snr. Liborio é somnambulo.
[SEBASTIANA]
É isso, é isso, somnambulo...
[LIBORIO]
Eu somnambulo!... está bem!... fico sciente!...
[SEBASTIANA]
É que o senhor não se lembra do que fez. Uma noite, meu primo, entrou pelo meu quarto dentro, e abraçou-me; e eu como sabia que é um perigo acordar os somnambulos, nada lhe disse, e elle ao outro dia não se lembrava de nada.