—Um segredo! um segredo para a tua Christina!

—Serei eu um fraco!—disse elle como a si proprio, imaginando-se sósinho.

—Fraco por chorar? Se não tens razão, és... mas tu, Casimiro, nunca assim te vi!... Não sahirás hoje mais... juro-t’o.

—Não jures, filha, que hei de sahir...

—E dizes-m’o assim com esse imperio!?

—É a honra...

—A honra!... Tu não vaes ver um condiscipulo doente.

—Não. Menti-te, Christina. Perdôa-me.

—Pois que é?!—atalhou ella sobresaltada.

Casimiro relatou exactamente o facto descripto, mostrou umas cartas recem-chegadas de Villa-Cova, e perguntou: