—E Eufemia proferiu o meu nome?

—Sim, senhor, disse-lhe que o menino andava sempre triste... e ella... ficou assim pensativa... e fallou n'outra cousa.

—Mas ficou pensativa? e viu-lhe lagrimas?

—Ora, se vi!... quando lhe dei o dinheiro, as lagrimas rebentavam-lhe dos olhos como punhos.

—Mas a Eufemia não lhe disse que eu sabia d'estas cousas de minha mãe?...

—Nada, não disse, porque o menino e a mãesinha assim m'o ordenaram.

—Fez bem, e nunca lh'o diga, e escusa de dizer a minha mãe que lhe fiz estas perguntas.

—Não digo, esteja o meu filho descançado.

—Olhe, Eufemia... Leonor está muito acabada?

—Se está! nem parece ella! lembra-se d'aquellas rosas que ella tinha no rosto? Nem signal d'ellas! Está muito magrinha, e tem á volta dos olhos umas pisaduras que parecem de tisica...