«Qual?!

—A minha visinha Hermenigilda, filha do Pantaleão.

«Pois achas que está no caso?

—Muito no caso.

«Sei que é rica, não é feia, é estupida, é fidalga; mas... em quanto a virtude, não sei por que ella perca no teu conceito, para que eu deva aspar a palavra do meu programma!

—É que eu desconfio do preto!

«Do preto?! que preto?

—Fallaremos ámanhã. Agora quero dormir.

Bento de Castro sahiu, e eu, voltando-me para o outro lado, sonhei com o preto.