Elle aperta as mãos rudemente, resmungando palavras inintelligiveis e rindo muito.

São horas de partir. Lupe e a mãi comprimentam, proferindo trivialidades agradecidas sobre a boa companhia que encontraram na viagem.

A moça estende-me frouxamente os dedos, sem me encarar.

Descem a escada. O tio pega nas malas e as suspende aos hombros, como um carregador. Mas a espada o embaraça. Enfia-se-lhe, por entre as pernas, ameaçando derribal-o.

Eil-o que pára, desafivéla o cinturão, mette o chanfalho debaixo do braço e acompanha as damas, vergado ao peso dos volumes, deixando após si um rasto de cuspo.


O adeus
XII

A despedida indifferente de Lupe premia-me o coração. Agitava-me imperiosa necessidade de a ver ainda, de lhe dizer algumas palavras amistosas no momento de nos separarmos seguramente para sempre.