Aceitae, ó meo bom Pae, estas flores que, ainda uma vez banhadas com minhas lagrymas, espalho sobre vosso tumulo, a lá do Céo, onde vos collocaram vossas virtudes e a Misericordia Divina, abençoae o vosso filho

Cezar.


AO LEITOR.

A introducção, que se vae lêr, escripta pela habil penna de Mr. Ferdinand Diniz dispensa-me de escrever um prologo, e felizmente sou substituido de maneira muito vantajosa para os meos leitores.

Realisei ainda uma vez um dos meos mais ardentes desejos, traduzindo e entregando á publicidade uma das obras raras a respeito da historia primitiva do Maranhão, que me tem merecido muitas investigações e aturado estudo.

Dou-me por satisfeito d’esta e de outras fadigas, si d’ellas resultar algum proveito ao publico menos, lido para quem fiz esta traducção.

Maranhão, 20 de outubro de 1874.

Dr. Cesar Augusto Marques.