Finalmente la Ravardiere fez até lá um reconhecimento.
João Mocquet foi muito explicito quando tratou do mytho das Amasonas, que tanto occupou Condamine e o illustre Humboldt. Tudo quanto elle referio d’estas guerreiras soube do chefe Anacaiury, cujo personagem, ou seo homonymo, encontra-se nas obras de Ivo d’Evreux.
Governava uma nação no Oyapok ou do Yapoco.
Mocquet disse a seos leitores, que não poude visitar, como desejava, o Amasonas «por serem violentas as correntes para os navios, e mesmo para o seo patacho que ja fazia muita agoa.»
Todas estas narrações a respeito do grande rio deixou em França impressões tão duradouras, que o Conde de Pagan, quarenta annos depois, convidou a Mararin a reerguer projectos esquecidos. Para a conquista da Amasonia elle queria união com os indios, e por sua vontade devia o Cardeal ligar-se «aos illustres Homagues (Omaguas) aos generosos Yorimanes e aos valentes Tupinambás.» Nunca certamente os selvagens receberam tão pomposos nomes!
Seria mui curiosa, si se achasse, a narração da expedição pelas margens do Amasonas em 1613, feita por ordem de la Ravardiere e ainda no tempo de Luiz XIII existia uma copia.
[13] (pag. 20).
Entra Gabriel Soares em minuciosas descripções do fabrico d’esta farinha, de que os indios fazem grandes provisões.
A especie de mandioca, conhecida pelo nome de Carimã, serve de base.