N'um movimento que fiz, senti no bolso o rewolver: não sei que desvairadas ideias de honra me hallucinaram, tirei-o, engatilhei-o, brandi-o, gritei:
—Boa viagem!
—Jesus! bradou a condessa.
IX
Rytmel precipitou-se sobre mim e arrancou-me o rewolver.
Eu murmurei simplesmente:
—Bem! Será no primeiro porto a que chegarmos.
A condessa então adiantou-se, livida como a cal e disse (nunca me esqueceu o som da sua voz):
—Rytmel, voltemos para Malta.
—Voltar para Malta! Voltar para Malta! Para quê, santo Deus!