—Captain Rytmel—disse sorrindo friamente Carmen—esquece depressa, e bem!
No emtanto nós olhámos curiosamente para Carmen Puebla. O conde achava-a sublime. Eu admirado tambem, disse á condessa:
—Que formosa creatura!
—Sim! Tem ares d'uma estatua malcreada, respondeu ella seccamente.
Olhei para a condessa, ri:
—Oh prima! É uma mulher adoravel, que devia ser em miniatura para se poder trazer nos berloques do relogio; uma mulher que de certo vou roubar, aqui no alto mar, n'um escaler; uma mulher cujos movimentos parecem musica condensada! Oh prima! confesse que é perfeita… Menino! accrescentei para o conde, passa-me depressa a soda, preciso calmantes…
No emtanto Captain Rytmel, sentado junto de Carmen, fallava da India, de velhos amigos de Calcuttá, de recordações de viagens. A condessa não comia, parecia nervosa.
—Vou para cima, disse ella de repente, mandem-me chá.
Quando a viu subir, Rytmel ergueu-se, perguntando ao conde:
—Está incommodada a condessa?