De repente, soltando o braço de Luísa, disse-lhe baixo:
—Vai-te.
—Ouve!...—rogou ela, com a cabeça toda inclinada.
—Vai-te.—E com a voz abafada e terrível:—Vai-te! Olha que chamo. Mando-te para o Aljube. Vai-te.
—Mas ouve, Jesus!
—Vai-te!—E fez um gesto, com o punho cerrado.
—Pelo amor de Deus, não me batas aqui!—disse ela, sufocada.
—Vai-te! Podem reparar. Não chores. Olha que vêem. Vai-te!
E chegando-se para ela, disse baixo:
—És uma ladra!{42}