—«A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja comsigo, irmã.»
—Ah! é o sr. ministro?—exclamou a enferma, procurando erguer a cabeça.
—Sim, sou eu, porém esteja quietinha. Como está?
—Muito mal e muito bem.
—Vejamos; queira explicar-se.
—Senhor ministro; sinto-me bem, porque creio que muito em breve irei ver o meu Jesus, e sinto-me mal, porque sofro muitissimo no corpo.
Seguiram-se alguns momentos de silencio, findos os quaes disse o ministro:
—Diga-me, querida irmã, se o Senhor a chamasse á Sua presença neste momento, estaria preparada para se apresentar diante d’Ele?
—Oh! sim, senhor. Eu sou uma grande pecadora, porém sei que o sangue de Jesus purifica de todo o pecado. Uma coisa me aflige, sr. ministro, e é o saber que tenho sido ingrata desprezando o amor e a graça de Deus.