«Restitues-me a vida!—exclamei, lançando-me aos pés d'ella, e abraçando-os.

—Querido filho!

—Liguemo-nos por um juramento.

A isto sorriu-se ella, mas jurou solemnemente, dadas as mãos, e fixados mutuamente os olhos.

«E agora—disse eu—se por qualquer motivo, uma vez só, resolveres faltar á palavra, juras que me avisarás, para que não haja entre nós traição.

—Por que queres tu que eu jure.

«Pela minha vida.

Fanny sorriu outra vez, mas jurou solemnemente.

Depois d'isto fiquei totalmente tranquillo. Picou-me n'alma o ciume como a recordação de um sonho que de tempo a tempo, nos sobresalta. Reapreceu-me a vida bella e ampla. Confiava.{128}

LXV