—Amo-o; André! disse ela ingenuamente e sem hesitar.

—Não se morre de alegria!... exclamou o enamorado moço.

—E o senhor... meu bom amigo... meu pai... dá-ma?

—Ela ama-o, André! respondeu o senhor Germinal, arremedando Rosa. Mas levante-se daí, vizinho! há mais janelas e mais inquilinos, no prédio!

André obedeceu: nos seus olhos ardiam fogos de{46} artifício, o coração tocava-lhe a rebate, e no cérebro sentia ressoar uma banda regimental.

—Escute-me, disse o velho.

—Sou todo ouvidos!...

—Não se vive só de ar: não lhe parece?

—É verdade, infelizmente!...

—Bem. E que trará o senhor para a comunidade conjugal?