—Possui-la-hei! gritou o pintor... Juro-o!
—Não gracejemos, peço-lho!... Ouça, senhor André: vim falar-lhe, movido por verdadeira simpatia. Lamento-o e estimo-o. Dê-me a sua palavra de honra de que não tentará ver, nem falar a minha filha, ou fazer-lhe acalentar ilusões inúteis. Com essa condição...
—Nunca!
—Nesse caso, estão quebradas as nossas relações.
—É a sua terminante decisão?
—É.
—Basta. Graças a Deus há leis em França; não se coage ninguém. Rosa e eu esperaremos...
—A minha morte?
—Não, senhor; a maioridade de sua filha.
—Seja assim, disse o senhor Germinal. Mas, até então, desculpará que eu lhe feche a minha porta,{106} e terá a bondade de renunciar à conversação de minha filha.