—Dos seus... Ai, com mil bombardas! é certo que sabe tudo!... Mas quem diabo podia instruí-lo de uma coisa, que ninguém neste mundo...
—Foi o senhor mesmo, interrompeu o pintor.
—Eu!...
—Ora leia.
E Sauvain colocou-lhe debaixo dos olhos a carta datada de Liverpool.
Pedro Toucard, atentando na carta aberta, corou ligeiramente.
—Reconheço a letra, disse ele, posto seja mais{135} nova do que eu... doze anos. Mas juraria que essa carta não tinha chegado ao seu destino!
—Enganava-se.
—Convenço-me porém de que, há quatro meses, quando embolsei este dinheiro...
—O meu dinheiro, quer dizer?