—É má rez, como todo o homem que veste saias. Sucia de mandriões!

—E Maria?

—Não ha mal que lhe chegue.

—Viu-a hoje?

—O patife do frade não me deixou, e eu não teimei porque a ouvi rir a bom rir.

—Pois ella estava alegre?

—Eu lhe conto. A senhora D. Perpetua foi muito prognostica dar-lhe o recado do pae, que ao almoço esteve como uma bicha, ouvia-se-lhe ao longe a prégação. Mas ella o caso que fez das prohibições foi escapulir-se logo para a quinta. Rapariga de uma cana!

Reparou que João entristecera.

—Não se me ponha a malucar, que se ella estava de risota com a senhora D. Josepha da Esperança era decerto para não dar o braço a torcer.

Depois de luctar comsigo mesmo, aventurou-se a perguntar: