—O pae não ha de querer ...—continuava Maria, emquanto D. Victoria continha a filha.

—Oh! Não conhece a grandeza do seu coração! Foi muito offendido, realmente, mas é pae, é pae!

—Aconselhe-me então o que devo fazer.

—Foi Deus que a inspirou. Faça o que disse. Venha vêr sua mãe. Eu acompanho-a, e respondo pela licença do senhor morgado.

—E quando? quando?

—Quanto mais depressa melhor, que a vida e a morte estão nas mãos de Deus!

Josepha ainda irrompeu, avançando para o frade:

—O que falta aqui é um homem para o esbofatear!

Mas nada poude demover Maria, muito tremula, batendo os dentes, convulsa, á ideia de ir vêr a mãe.

Ao saír, com a tia e o frade, ainda Josepha a puchou para dentro: