Mas nas ondas o sol vae descaíndo,
E quando o manto placido e sidereo
Da noite, o céu cobriu e o mar infindo...
Perdeu-se a lusa armada no mysterio.
VI
Nenhuns olhos humanos a seguiam;
Espantadas, porém, da audaz empreza,
No céu alto, as estrellas repetiam:
«Vae ali a fortuna portugueza!»
VII
E aquella, que apontando sempre o norte,
Sobre a cupula movel, firme está,
Dizia: «Raça ousada! raça forte!
Dentro em pouco, outra irmã vos guiará!»
VIII
E, dentro em pouco, respondendo ao voto