—Aberto o caixilho, o senhor fingindo apontar ao alvo, aponta ao vaso da China e...

—O senhor ganha o premio, e eu fico a chuchar o dedo.

—Que? Ama a condessinha?

—Eu amo toda a gente; que diabo!...

—Estou esperando a sua resposta.

—Que eu parta aquelle vaso da China porque daria tudo? Está louco!

—Olhe para mim. Se o não fizer...

—Dá um tiro no craneo; dá?

—Qual! fico solteiro toda a vida.

—Bem, essa simplicidade enternece-me. Esteja amanhã aberto o caixilho, e a bala esmigalhará o vaso. Mas como entra o senhor no jardim?