Frenética rebenta em pranto amargo.

Da caza que resoa sem maneira

Fere as aureas estrelas o alarido.

Ja mais aparesêra em nosos dias

De dezordems taõ funebre um teatro!

Mas na Espoza infeliz que alma ferida

Ja tinha desde muito, entaõ se acaba

De cravar o punhal sangui-sedento.

A fala se lhe toma, as cores perde,

Suspira, desfalese, em fim desmaia.